Painel Social

 

 

 

Boletim Nº 2 - 23 de novembro de 2018

Imagem: Pixabay

 

A Fundação João Pinheiro analisou as situações de vulnerabilidade dos jovens de 15 a 29 anos em 20 regiões intraurbanas com maior incidência de violência e pobreza. A vulnerabilidade social do segmento juventudes resulta de uma série de fatores, frequentemente sobrepostos. A combinação de baixa escolaridade e renda, dificuldade de inserção no mercado de trabalho e barreiras de acesso às políticas sociais e às atividades culturais e de lazer pode ser entendida como causas estruturais para a vulnerabilização dos grupos sociais. É um fenômeno que tem atingido de forma significativa grande parcela da população jovem das áreas urbanas em diferentes municípios de Minas Gerais e Brasil. Este estudo subsidiou o “Programa Juventudes - Cooperação para Promoção da Autonomia Jovem”, coordenado e executado pela Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social de Minas Gerais (Sedese-MG). O objetivo do Programa é contribuir para a emancipação, a autonomia e a inclusão social e produtiva de jovens em situação de vulnerabilidade e risco social residentes em municípios do estado de Minas Gerais.

Autores: Helena Teixeira Magalhães Soares, Juliana de Lucena Ruas Riani, Nícia Raies Moreira de Souza e Renato do Vale Santos

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 Pobreza rural

                                                                                                Imagem: Pixabay

PUBLICAÇÃO | Autores: Roberto do Nascimento Rodrigues (coord.), Andréia Ramos Budaruiche, Douglas Sathler, Carolina Portugal Gonçalves da Motta, Karina Rabelo Leite Marinho, Frederico Poley Martins Ferreira, Murilo Cássio Xavier Fahel, Maria José Nogueira

 

 

Indicadores multidimensionais de pobreza transcendem mensurações exclusivas de insuficiência de renda e permitem análises mais apuradas, com a qualificação de dimensões diversas, sendo mais úteis para a avaliação de impacto de programas sociais. Assim, a Fundação João Pinheiro realizou um diagnóstico multidimensional da pobreza rural com o objetivo de subsidiar os planos de enfrentamento à pobreza rural que estão em fase de elaboração pela Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social (Sedese), em parceria com a Universidade Estadual de Minas Gerais (Uemg). O diagnóstico possibilitou identificar, descrever e analisar as principais características da população alvo de políticas públicas de combate à pobreza rural da porção setentrional de Minas Gerais.

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Plano de Desenvolvimento para o Vale do Jequitinhonha: educação, saúde, assistência social, cultura e segurança pública

Em 2017, a Fundação João Pinheiro, em parceria com a Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG), lançou o Plano de Desenvolvimento para o Vale do Jequitinhonha cujo objetivo é orientar e promover o desenvolvimento integrado e sustentável dos territórios do Alto e do Médio/Baixo Jequitinhonha. Uma das etapas deste plano foi a confecção do diagnóstico propositivo nas seguintes grandes áreas: Estrutura Produtiva e Meio Ambiente, Dimensão Social, Infraestrutura, Logística e Finanças Municipais. O volume IV apresenta o diagnóstico propositivo da Dimensão Social que abrange as áreas de educação, saúde, assistência social, cultura e segurança pública.

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Imagem: Almanaque PDVJ

PUBLICAÇÃO | Autores 2.2: Maria Luiza de Aguiar Marques (coord.) Fundação João Pinheiro

 

Quais fatores influenciam a baixa cobertura do ensino médio? 

                                                     Imagem: Pixabay

ARTIGO | Juliana de Lucena Ruas Riani, José Francisco Soares, Silma de Souza Evangelista 

 

O objetivo do artigo é analisar até que ponto a disponibilidade de oferta, ou restrição de oferta, do ensino médio por parte dos municípios de Minas Gerais afeta a cobertura nesse nível de ensino. A principal conclusão é que o fluxo dos alunos no ensino fundamental contribui muito mais para a dificuldade do jovem acessar o ensino médio do que realmente a restrição de oferta desse nível de ensino. Ressalta-se, porém, que para a universalização do ensino médio, a maioria dos municípios mineiros teriam que ampliar a sua capacidade de vagas. 

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Mulheres do Campo de Minas Gerias: trajetórias de vida, de luta e de trabalho com a terra

No campo, o atuação das mulheres ultrapassa as tarefas concernentes às atividades agrícolas. Com o propósito de conhecer como tem se constituída a presença e a participação da mulher nas atividades econômicas no campo, a Fundação João Pinheiro, juntamente à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, com apoio da Secretaria de Estado de Educação, do Instituto René Rachou – Fundação Oswaldo Cruz e da Universidade de York publicou o livro Mulheres do Campo de Minas Gerais: trajetórias de vida, de luta e de trabalho com a terra. Trata-se de uma biografia coletiva de 12 mulheres que revelam o protagonismo das mulheres na agricultura familiar tangencia a agroecologia e o papel essencial que desempenham no interior dos movimentos do campo e dos movimentos feministas no combate à exploração das trabalhadoras. A pesquisa resultou também na publicação do Diagnóstico que compila os principais dados estatísticos, 12 livretos com ilustrações infantis sobre o campo e o papel das mulheres e vídeos nos quais as mulheres entrevistas relatam as suas trajetórias.

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                                                        Imagem: Pixabay

PUBLICAÇÃO | Ana Paula Salej, Letícia Godinho de Souza, Vera Westin, Nícia Raies Moreira de Souza, Marina Alves Amorim, Maria José Nogueira e estagiárias

 

Qual o trade-off entre o rendimento e o desempenho escolar na evolução do Ideb? 

                                                                                  Imagem: Pixabay

NOTAS DE PESQUISA | Núcleo de Estudos em Educação e Políticas Públicas (NEEPP)

O Ideb é utilizado para avaliar a qualidade da educação. É um indicador síntese, que engloba duas dimensões: taxa de aprovação e aprendizado. Na sua construção está explícita a ideia de que o aumento do índice só é possível com a melhora das duas dimensões. O pressuposto é de que a melhora na taxa de aprovação sem a contrapartida do aprendizado diminui a proficiência, não tendo o impacto positivo no Ideb. Já a melhora na proficiência advinda da retenção dos alunos de baixo desempenho também não teria impacto no Ideb. Essa é uma situação teórica que pode não se mostrar verdadeira com os dados reais. Assim, a pesquisa realizada pelo NEEPP tem como objetivo entender os componentes do Ideb, como eles interferiram na sua evolução ao longo do tempo e qual o trade-off que existe entre eles. Esta pesquisa é financiada pela Fapemig por meio da demanda universal.

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Destaques

 

 Publicação | Revista Libertas | Universidade Federal de Juiz de Fora

 

 Evento | 16º Encontro Nacional de Pesquisadores/as em Serviço Social (Enpess) | Realização: Abepss

 

 Publicação | Anuário Brasileiro da Educação Básica 2018 | Autores: Todos pela Educação

 

 Artigo | Vulnerabilidade e segregação ocupacional dos jovens em regiões de favelas em Belo Horizonte - Minas Gerais | Autoras: Nícia Raies Moreira de Souza e Juliana de Lucena Ruas Riani

   

 

Acervo

 

 Publicação | Segurança Pública | Autores: Juliana Lucena Ruas Riani, Karina Rabelo Leite Marinho, Nícia Raies Moreira de Souza

 

 Publicação | Benefício de Prestação Continuada e Seguridade Social | Autores: Caio César Soares Gonçalves, Helena Teixeira Magalhães Soares, Marilene Cardoso Gontijo

 

 Livro | Introdução à Demografia da Educação | Autores: Eduardo Luiz G. Rios-Neto e Juliana de Lucena Ruas Riani (org.)

 

 

Estatísticas

 

Em Minas Gerais, a taxa de analfabetismo da população de 15 anos ou mais, em 2017, foi de 6%. No Brasil este percentual foi de 7%.

O Ideb dos anos iniciais do ensino fundamental em Minas Gerais, em 2017, foi de 6,5, valor acima da meta estipulada pelo Inep. 

       
Em Minas Gerais, 19,7% dos jovens de 15 a 29 anos não estudam e não trabalham. Esse percentual é maior para as mulheres (24,3%) e para os negros (20,9%).

Em Minas Gerais, 13,7% da população de 25 anos ou mais tinham concluído o ensino superior em 2017. Por outro lado, 45,4% não tinham o ensino fundamental completo.

       

DIRETORIA DE ESTATÍSTICA E INFORMAÇÃO

Telefone: (31)  3448-9719

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

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FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO

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